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Projetos de integração social: Viver a integração - Construir o futuro juntos!

Êxito do início da oficina para trabalhadores com deficiência na cidade de Nuremberg (WFB) na STAEDTLER®

"Trabalhar aqui é ótimo, eu me divirto", diz Helmut Lamprecht da WFB.

É um dos doze trabalhadores que estão trabalhando externamente para a STAEDTLER desde o passado 13 de Fevereiro preparando embalagens à mão; Helmut explica o que seus colegas sentem. Todos eles estão cheios de elogios: Em primeiro lugar, a comida - "é excelente, dificilmente comparável com a da nossa oficina". Depois, a relação com a equipa da STAEDTLER, que têm sido aberta e direta desde o começo.

Os problemas são discutidos imediatamente, o que proporciona segurança e inspira confiança - para ambas partes.

Todos os trabalhadores tem seu próprio chip de acesso. Inclusive foi proporcionada, uma cozinha independente com uma espaçosa sala de descanso. Quer seja para a comemoração de um aniversário, uma pequena festa ou para sessões de terapia: o espaço é perfeito.

Tal entusiasmo com seu novo trabalho é, naturalmente, comentado com seus antigos companheiros de oficina... e muitos deles se inscrevem para um estágio na STAEDTLER.

"Se as coisas continuam indo tão bem, teremos dos grupos na STAEDTLER antes do final do ano", diz um satisfeito Stiegler Reinhold, director do projeto WFB.


Colaboração com a escola Friedrich Staedtler

Relação de boa vizinhança

Em abril de 2010, a escola local de primária e secundária "Schule im Knoblauchsland" foi renomeada com o nome do fabricante de lápis Friedrich Staedtler, mencionado por primeira vez nos anais da cidade de Nuremberg no ano 1662.

A STAEDTLER manteve uma estreita relação com esta escola vizinha durante muitos anos e colabora ativamente com ela em muitas áreas. A troca do nome da escola constitui simultaneamente um fortalecimento e intensificação desta parceria já existente.

No dobro esforço de ingressar os jovens na economia e ajudá-los na eleição de sua futura profissão, a STAEDTLER da preferência aos candidatos provenientes da escola Friedrich Staedtler quando se trata de preencher suas vagas para estágios e aprendizagens. Além disso, a empresa oferece cursos de formação para entrevistas e visitas guiadas a fábrica com o fim de proporcionar aos alunos uma visão de funcionamento de uma empresa industrial e para prepará-los para a vida depois da escola.

Desde que a escola secundária passou de ter um horário de meio dia de duração a ter um horário flexível durante todo o dia, em Setembro de 2012, os alunos da escola Friedrich Staedtler podem comer no restaurante dos trabalhadores da STAEDTLER a preços subvencionados.

O chefe de cozinha da empresa oferece comidas apetitosas e saudáveis que sejam do gosto de sua nova e jovem clientela.

Ao patrocinar estas e outras atividades, a empresa dedica muitos de seus esforços na sua região de atividade e se sente estreitamente vinculada às suas raízes em Nuremberg.


STAEDTLER® apoia a organização "Klabautermann"

A nível regional, a STAEDTLER apoia a organização sem fins lucrativos "Klabautermann eV", com o que está ajudando a cuidar de crianças com doenças crónicas no hospital "Suedklinikum" de Nuremberg.

A STAEDTLER leva já vários anos apoiando a organização "Klabautermann". No ano 2007, a STAEDTLER doou 50.000 euros para a construção de um centro pós-tratamento e ainda hoje segue sendo seu patrocinador. Deste modo, a companhia está ajudando a construir um ponte entre o hospital e a casa.

Isto supõe um apoio a longo prazo para uma colaboração mais estreita entre a clínica de crianças, o serviço de enfermagem ambulatória, os médicos e outros ajudantes competentes de "Klaubautermann" e, consequentemente, um melhor atendimento para as crianças.

É particularmente importante que os pacientes jovens sejam capazes de expressar-se com cores e formas. o desenho e as manualidades podem ajudar na sua recuperação.

A STAEDTLER está disposta a apoiar as crianças durante este importante período de convalescença e, portanto, facilita regularmente para a equipa da "Klaubautermann" uma grande variedade de instrumentos de escrita e produtos criativos.

Estamos planejando organizar no futuro uma série de workshops de FIMO no centro de recuperação, onde eles poderão averiguar como podemos utilizar a massa de modelar.

Isso permitirá aos jovens artistas fomentar o pensamento criativo e fazer de seu mundo um lugar mais colorido.


STAEDTLER® apoia a Fundação Nelson Mandela

Nelson Mandela e o Director Geral da STAEDTLER, Axel Marx

A STAEDTLER apoia a Fundação Nelson Mandela  e patrocina a publicação de uma história em quadrinhos que trata sobre a vida e obra de Mandela.

Para completar esta relação entre a STAEDTLER e a Fundação Nelson Mandela, o Director Geral da STAEDTLER, Sr. Axel Marx, e Nelson Mandela se reuniram na África do Sul.

O objetivo das histórias em quadrinhos é transmitir os princípios básicos que subjacente de uma sociedade livre e um sentimento pela própria. Mais de um milhão de exemplares foram distribuídos de forma gratuita na África do Sul - 500.000 em escolas, 500.000 como encartes de jornáis e 1.000 cópias aos mineiros.


A biografia do Sr. Mandela se dividiu em nove capítulos, com o que de cada capítulo se publicou uma história em quadrinhos de 28 páginas. O quinto episódio da série Madela Legacy recebeu o título de "O prisioneiro 466/64" e estava patrocinado pela STAEDTLER.

A história descrevia o período de 1964 a 1982, durante o qual o Sr. Mandela ficou encarcerado em  Robben Island.

A série Mandela Legacy tratava de captar a atenção da juventude da África do Sul. Descreve a vida de Mandela, sua família e companheiros cercanos no contexto da luta da áfrica do Sul contra o colonialismo, a segregação, o apartheid e a marginalização global.

A iniciativa da história em quadrinhos é parte do objetivo geral da Fundação para promover os valores do Sr. Mandela.

De leitura mais fácil de que os livros convencionais,  as histórias em quadrinhos estão direcionadas a aqueles que estão fora do alcance de outros tipos de meios de comunicação escritos devido à pobreza, ao analfabetismo, o isolamento geográfico, às barreiras tecnológicas e às culturas subdesenvolvidas.